A inteligência artificial não substitui médicos — mas os profissionais que a usam de forma eficaz vão liderar. A tecnologia potencia, quando usada com critério clínico.
O que vai trabalhar
- IA na revisão de literatura médica
- Síntese de informação clínica
- Ferramentas de apoio à decisão
- Integração responsável na prática diária
O risco não é que a IA substitua profissionais de saúde — é que quem a ignora fique para trás de quem a integra com inteligência.